Ciclo de vida das estrelas
- Marissa

- 22 de jun. de 2020
- 3 min de leitura
Atualizado: 10 de jul. de 2020
Hoje nós iremos falar sobre o ciclo de vida das estrelas, e você achando que elas eram apenas pontinhos de luz no céu né? Nesse post você irá descobrir que na verdade elas são muitos mais que isso !!!!

Estrelas são imensas esferas de gás constituídas basicamente de hidrogênio e hélio. Elas brilham porque produzem energia através de reações nucleares.
Primeiro Estagio : Nascimento de uma estrela.
As nebulosas são grandes aglomerados de gás e de poeiras existentes na galáxia, onde se formam as estrelas. Assim como as galáxias em geral, as nuvens moleculares são feitas quase que inteiramente de hidrogênio e hélio. Turbulências, como as causadas por uma explosão de supernova* nas proximidades, provocam crescentes adensamentos em algumas regiões da nebulosa formando glóbulos de gás frio que acabam colapsando sob seu próprio peso. Cada glóbulo dará origem a uma estrela.
A medida que o glóbulo colapsa, forma-se um disco em rotação com a protoestrela no centro; jatos bipolares de gás e poeira são gerados pelo disco rotante e pelo vento estelar da protoestrela. A pressão no centro da estrela aumenta aumenta até o ponto em que ela balança a força gravitacional, alcançando o equilíbrio hidrostático que faz parar o colapso.
No interior da protoestrela o núcleo continua aglomerando matéria das camadas externas a ele, ficando mais denso e mais quente. Quando a temperatura do núcleo fica alta o suficiente para iniciar as reações termonucleares a protoestrela passa a ser chamada de estrela, iniciando a fase de sua vida chamada sequência principal.
Estágio Intermediário – Vida de uma estrela
A sequência principal é etapa mais longa da vida da estrela, quando ela está fundindo hidrogênio em hélio no núcleo e brilhando estavelmente, em equilíbrio hidrostático. Durante esse tempo as estrelas mantêm uma relação homogênea entre a luminosidade e a temperatura, determinada pela sua massa. As estrelas mais quentes (mais massivas) são as mais luminosas e as mais frias (as menos massivas) são menos luminosas.
Quando as estrelas consomem o hidrogênio no núcleo, que corresponde a aproximadamente 10% da sua massa total, elas saem da sequência principal. A geração de energia passa a se dar, então, em uma camada externa a este núcleo, onde a temperatura e a densidade são suficientes para continuar mantendo as reações nucleares. Como nenhuma energia é gerada no núcleo nesta fase, ele se contrai rapidamente, e a luminosidade da estrela aumenta um pouco. As camadas externas se reajustam ao aumento de luminosidade expandindo-se e. como a área superficial aumenta, sua temperatura diminui. Desta forma, a luminosidade aumenta e a estrela torna-se mais vermelha, tornando-se uma gigante vermelha.
Estágio Final – morre uma estrela
A morte de uma estrela vai depender de sua massa. Se ela tiver menos de dez vezes a massa do Sol, quando tiver “queimado” todo o hélio do núcleo ela ejetará uma nebulosa planetária (sim, aquela lá do início, que começou essa história toda) e o núcleo remanescente será uma Anã Branca. As Anãs Brancas podem ter tamanhos comparáveis aos da Terra, porém com massas próximas às do Sol. Uma anã branca é, portanto, o núcleo daquilo que era uma estrela gigante vermelha.
Porém, se a estrela tiver uma massa maior que dez vezes a do Sol, ela terá uma morte catastrófica. Sem produção de energia, a pressão cai bruscamente e as camadas externas começam a despencar em direção ao centro da estrela, ali encontram-se com o núcleo sólido de ferro e quicam, sendo ejetadas para o espaço a altas velocidades: É o que chamamos de Supernova.
Uma supernova, ao contrário do que o nome parece indicar, não é uma estrela nova, mas sim uma explosão espetacular de uma estrela que terminou a sua vida. Esta explosão espalha os elementos constituintes da estrela pelo espaço, ao mesmo tempo que permite a formação de elementos mais pesados que o ferro. Estes elementos serão depois a semente de formação de mais estrelas em algum lugar na imensidão do espaço, completando, assim, um grande ciclo cósmico.
O destino do núcleo que sobra após a explosão da supernova é, novamente, ditado pela massa. Estrelas muito pequenas e extremamente densas que são fontes pulsantes de ondas de rádio, formam uma estrela de nêutrons. E as estrelas com massa muito maior que a do Sol, após a fase das supernovas, originam buracos negros, objetos tão densos que atraem tudo, incluindo a própria luz.
Então gente esse foi o post de hoje, espero que tenham gostado e não se esqueçam de comentar o que acharam e compartilhar o nosso blog com os amigos !!!! Um beijo de Marissa e até a próxima.
Fonte:
http://www.cienciaexplica.com.br/cienciaexplica/ciclo-de-vida-estrelas/






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